Chegou o período mais agitado da temporada



Entre 2 de dezembro e 6 de janeiro, o Chelsea terá nada menos do que 11 jogos, por todas as quatro competições que disputa. No momento em que este texto é escrito, já foram 5 confrontos, com 3 vitórias (sobre Newcastle, Huddersfield Town e Southampton, pela Premier League), 1 empate (com o Atlético de Madrid, pela UEFA Champions League) e 1 derrota (para o West Ham, também pelo campeonato inglês). Sabe-se que o desempenho não é tão bom quanto o da campanha passada, mas está longe de ser ruim.

Os Azuis de Londres ocupam a terceira posição na Premier League e estão classificados para as Oitavas de Final da Champions League e para as Quartas de Final da Carabao Cup. Nada mal, a julgar pela campanha quase 100% do Manchester City no inglês  (com 11 pontos de vantagem para o Manchester United e 14 para o Chelsea) e pelo grupo extremamente complicado na competição europeia, no qual três times grandes e com tradição duelaram por duas vagas.


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O que traz preocupação para os torcedores, neste momento, é o duelo com o Barcelona, pela Champions. A condição de segundo colocado do grupo C nos reservou o direito de enfrentarmos a equipe blaugraná, o badalado PSG ou o Besiktas, em tese o mais fraco dos três. Logo, a probabilidade de confronto contra um grande adversário de grande porte era alta e ela se concretizou. Para completar o cenário, o Chelsea jogará a primeira perna em Stamford Bridge e decidirá a vaga no Camp Nou. Apesar de parecer enfraquecido com a perda de Neymar Jr., o time catalão vem sobrando no campeonato espanhol e se classificou sem dificuldades em seu grupo (a Juventus foi a segunda, três pontos atrás).

A boa notícia é que Antonio Conte tem, finalmente, o elenco inteiro à sua disposição e começa a fazer uso dele. Rüdiger, Drinkwater, William, Pedro e Zappacosta são alguns dos considerados reservas que tiveram chances nos últimos jogos, seja por opção, seja por lesão. Outros já deveriam estar nesta lista, mas problemas físicos impediram que Kenedy, Musonda Jr. e Batshuayi estivessem em campo em algumas ocasiões. Nessa maratona que os Blues encaram, quanto mais opções o comandante italiano tiver, melhor.

Este texto reflete a opinião do autor, não sendo, necessariamente, a posição deste site sobre o tema.


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