Para não sair mais

Reece James foi o melhor jogador do Chelsea no empate contra o Valencia. (Foto: Andrew Fosker/BPI/REX)

Nesta terça-feira (27), o Chelsea visitou o Valencia, empatou por 2 a 2 e viu a classificação para as oitavas da Champions League bem próxima. Basta, na última rodada, vencer em Stamford Bridge o eliminado Lille.

Com três mudanças na defesa e o mesmo meio-campo improdutivo que perdeu para o Manchester City, Lampard pode dizer que saiu do Mestalla com uma grande notícia: Reece James. O que joga o lateral-direito do Chelsea é uma barbaridade. No meio de tanta várzea tática e um corre corre digno de pelada de final de semana, pelo menos um destaque positivo.

Quatro desarmes, oito duelos ganhos, quatro cruzamentos certos, três lançamentos com eficácia, dois passes decisivos para finalizações, além de uma grande chance criada e 100% nas tentativas de dribles. Números de um world class, talvez. Reece James sai deste jogo com a certeza de que fez o suficiente para nunca mais deixar o time titular. 

Em contrapartida, Azpilicueta voltou a dar todos os motivos do mundo para ir para o banco. Transição defensiva lenta, erros de passes juvenis e falhas na saída de bola. Zouma, por vezes, precisou marcar dois atletas valacentistas

Não sou eu quem decidirá se James permanecerá no time titular ou que Azpilicueta mereça a reserva. De uma coisa eu sei: o inglês não pode ser banco do espanhol, que, por sua vez, não pode ser solução para uma lateral esquerda ineficiente. 



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